28 dezembro 2012

Resenha: Amante Vingado


Olá pessoas,

Hoje é dia de falar do 7º livro de uma série muito querida: Amante Vingado (Irmandade da Adaga Negra), enviado gentilmente pela editora parceira Universo dos Livros.

Cheguei a comentar em vídeo que a leitura de Amante Vingado não estava fluindo e, por isso, resolvi deixá-lo na geladeira e ler outra coisa. Foi a melhor decisão, pois voltei com todo o gás e devorei a história, me certificando de que, sim, sou fã da Irmandade e a história só me deixa mais curiosa e rezando para a que Ward não encerre a série tão cedo!

Esta é a J.R. Ward, a criatura que quebra nossas cabeças e nos faz arrancar os cabelos de curiosidade pelos novos livros!  Mas, que amamos mesmo assim!   --------------------------->


Dessa vez a história retratada é do Revhenge, o meio vampiro-meio sympatho que é irmão da Bella e cunhado do Zsadist, tendo sido apresentado no livro Amante Desperto. Revhenge é o tipo de personagem que não passa batido: carismático, charmoso, exalando poder e, ao mesmo tempo, desconfiança. O tempo todo eu ia lendo e imaginando se ele não daria alguma mancada com a Irmandade ou com a pobre da Ehlena, uma enfermeira que divide seu tempo cuidando do pai esquizofrênico e tentando ganhar dinheiro suficiente para sustentar-se.

Ehlena é uma mulher simples, sem grandes sonhos, que apenas vive um dia após o outro, tentando dar o máximo de conforto, financeiro e social a seu pai. Sua família já fez parte da glymera, a alta sociedade dos vampiros de Caldwell, mas perdeu não apenas dinheiro, como também respeitabilidade e esperanças. É em meio a esse mar de desilusão em que quase se afoga, que ela encontra Rehvenge.

Sim, como nos demais livros da Irmandade, rola uma atração imediata que, rapidamente vira amor, mas nessa série isso não me incomoda, pois, como já disse em outra resenha, aqui eu entendo como instintivo mesmo, dado o fato de que a natureza deles inclui algo de animal, digamos assim. Além do mais, sim, eu acredito em amor à primeira vista, gente! #mejulguem

Amante Vingado é um livro bem grande, tem mais de 700 páginas, mas você nem sente isso e, no final, se pergunta por que a Ward não escreveu pelo menos mais umas 200. O livro tem bastante romance, mas nada açucarado como na série dos Cárpatos, até porque o casal têm vários percalços para se unirem de fato, afinal, Rehvenge guarda um segredo que pode por em risco todos aqueles que estão por perto e compartilham de seu silêncio. Também há bastante ação (tem acontecimentos que se desenrolam na colônia dos sympathos, cujo funcionamento e hierarquia, finalmente ficam mais claro, que me deixaram tensa e preocupada a fim de saber se todo mundo sairia são e salvo).

Gostei muito da Ehlena, uma fêmea decidida, divertida, ousada, sem ter nada daquelas mocinhas embasbacadas e completamente enfadonhas. Gostei da participação dos demais personagens: a Irmandade está mais unida do que nunca, o trio Qhuinn + John + Blay virou meu xodó (amo as cenas deles!) e, como bônus, chegou um personagem que foi logo ganhando terreno no meu coração – Lassiter, o anjo caído. Pensem numa criatura sarcástica, metida, encrenqueira e divertidíssima...bingo: Lassiter. Estou doida pra saber de onde ele veio, como vai trabalhar (ou atrapalhar) a Irmandade, porque veio (além do motivo que quem leu já sabe #spoilersfree) etc.

Só tenho uma queixa em relação a esse livro: teve pouca aparição do Vishous, poxa! rs...

É isso, se você gosta de histórias com vampiros e ainda não conhece a Irmandade da Adaga Negra...eu não sei o que deu na sua cabeça! Corre pra conhecer a série dos guerreiros mais bacana EVER!

Um beijo e até mais! :)

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