07 agosto 2012

Gosto, mas não assumo...


Olá pessoas!

Outro dia descobri um blog muito bacana chamado #VOLTAMUNDOBLOGUEIRO

A ideia dos administradores é manter as boas coisas que a evolução no mundo da blogosfera trouxe, mas, manter aquela leveza e diversão dos velhos tempos. O pessoal que tem blogs literários sabe bem o que é isso, afinal, essas guerras por parceria, os plágios sucessivos, as disputas de egos em volta da fogueira das vaidades, enfim, todas essas coisas chatas vão minando a principal característica da internet: a possibilidade de compartilhar!
  
Nesse sentido, eles propuseram fazer postagens coletivas e o tema desse post corresponde ao assunto da vez: gosto, mas não assumo.

Confesso que levei um tempo pensando no que escrever, afinal, notem o nome do blog...acho que não restam muitas coisas que eu tenha vergonha de admitir, mas, vamos lá.

Gosto, mas não assumo:

1.   Adoro imitar as dancinhas da Shakira: sim, gente, eu não resisto. Bastou tocar uma musiquinha dessa moça, eu começo a me remexer; se forem aquelas com pegada árabe como Ojos Asi...ali lascou. Me acho a própria odalisca, escrevendo o 8 com os quadris. Se eu conto isso pra alguém? Never.

2.   Backstreet boys...canto de coro praticamente todas as músicas,super empolgada. Ainda hoje lembro que, já passada da idade (a idosa...), fiquei super emocionada quando estreou na MTV (#RIP bons tempos aqueles) o clipe de I want it that way. Kkkkkkkkkkkkkk

3.   Funk. Atenção: gosto do ritmo e das letras que não incluem baixaria, depreciação, palavrões, obscenidades. Acho o som contagiante, dá vontade instantânea de dançar, mas quando me perguntam, não listo entre os favoritos.

4.   Faço diálogos imaginários em inglês...nas versões eu e eu mesma, eu e pessoas igualmente imaginárias. Adoro. Se tiver trilha sonora, é melhor ainda. Me empolgo mesmo...e nego.

5.   Que escrevo mentalmente cenas que não foram concluídas em séries e filmes. Patético, eu sei. Agora vocês também sabem..rs, mas a vida é assim, vamos aceitar. Mesmo quando esse post for ao ar, negarei. Culparei alguma entidade fantasmagórica por ter se apossado de mim.

Acho que é isso. Dignidade não cabe aqui, eu sei, mas humilhação na rede tem limite, né?

Se você gostou da ideia e quer participar ou mesmo se quer conhecer a postagem dos demais participantes do projeto, clique aqui e divirta-se:



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