20 julho 2012

Resenha "Amante Liberto" e promoção Dia do Amigo!

Olá pessoas!

Hoje é dia de Irmandade da Adaga Negra! \o/ 

Quando eu programei a resenha para hoje, nem havia me dado conta de que seria o Dia do Amigo. Lembrando disso, resolvi editar o post e incluir uma promoção, afinal, nada mais adequado do que comemorar este dia com o sorteio de um livro que traz uma das amizades mais bonitas que já vi: Butch e Vishous. Então, vamos lá!


PROMOÇÃO DIA DO AMIGO 
COM A IRMANDADE DA ADAGA NEGRA:


É simples. Basta preencher o nosso velho conhecido formulário do Rafflecopter; a única opção obrigatória é seguir o blog, mas, vocês ganham entradas extras cumprindo as demais tarefas! :)

ATENÇÃO: nessa promoção há a opção de deixar comentário nesse post, mas fiquem atentos, pois o comentário, para ser válido, deve se referir à resenha e não se resumir à "gostei", "vou ler", "bacana" ou o tão comum  "participando", ok!  Além disso, cuidado, tweetem com moderação! :)



a Rafflecopter giveaway



Como esse é o livro dedicado ao meu personagem favorito, o Vishous, seria esperado que eu dissesse que foi o livro da Irmandade que mais gostei. Mas, eu estaria mentindo e isso pelo simples fato de que não consigo decidir se gostei mais de Amante Liberto ou Amante Reveleado! Como falei no vídeo, para mim, esses dois livros funcionam como se fossem um mega livro, que precisou ser dividido para não ficar assustadoramente gigantesco. Portanto, ficam no mesmo patamar, ou seja, adorei os dois!

Gosto muito dessa ideia da Ward de dedicar um livro a cada Irmão, pois assim podemos conhecer melhor a história e entender suas ações e motivações; muitos livros pecam nesse ponto, porque nem nos dão tempo e/ou oportunidade de conhecer o personagem. O resgate da história do V. foi um dos pontos altos, afinal, a autora não economizou sangue, brutalidade ou sordidez. Sim, o pai de Vishous, Bloodletter (adoro esse nome!), é mais vilão que o Ômega!

Toda vez que eu leio um livro da Irmandade, apesar de ser fã da saga, fico meio chocada/incomodada com o apaixonamento relâmpago dos caras. É uma coisa no estilo: olhou, gamou. Como entender isso?!


Pra mim, a solução foi a seguinte: não dá pra pensar nas histórias mantendo os pés no nosso mundo. “Se você foi ao inferno, abrace o capeta”, meu bem! Os vampiros, especialmente os da Irmandade, são um conjunto de força, charme e instinto, então a tal vinculação, a territorialidade e a própria violência fazem parte (e sentido) da natureza animalesca deles. Só assim eu consigo entender que eles olhem para as moçoilas sortudas e venha em suas mentes a palavra mágica: minha.

Jane, a médica que aparece na história de modo bem interessante, é a segunda personagem feminina que gostei. Ela tem um humor sarcástico, irônico, bem combinando com o V.;os diálogos deles são alguns dos melhores!

Como já disse em outras resenhas e deixei claro aqui, logo no começo, V. é meu personagem favorito da Irmandade (sinto que o Rhevenge vai entrar nesse páreo com tudo!), não apenas porque ele é um moreno, alto, bonito e sensual , cheio de tattoos (rs) , mas porque, convenhamos, smart is sexy: ele é um leitor voraz (e só por isso eu já o amaria...rs), é um nerd/geek/hacker genial e tem outras qualidades que eu bem já sei de spoilers

*Esse moço aqui ao lado é o modelo David Ghandy, a minha (e de boa parte da internet!) representação do V.*

Sobre a relação entre Butch e V.: nunca achei que eles ficariam juntos porque sempre encarei a relação deles, por mais referências sensuais que a Ward desse, como uma profunda amizade entre duas pessoas que, de fato, estavam conseguindo se conectar pela primeira vez na vida. Inclusive, acho que essa relação foi o que permitiu que cada um se apaixonasse por sua parceira.

Tem uma música do Jorge Vercillo que diz “não se ofenda com meus amores de antes. Todos tornaram-se ponte pra que eu chegasse a você”. Eu não gosto do cantor, acho ele uma fraca imitação do Djavan, mas quando pensei nessa reflexão acima, me veio esse trecho automaticamente.


Li Amante Liberto num tapa, devorando as páginas e adorando a dinâmica ágil da escrita de Ward. Há flashbacks contando a história do V. e ela conseguiu inseri-los muito bem, de modo que eu ficava sempre querendo saber mais do passado dele, por mais escabrosas que fossem as descrições. O tom do relacionamento entre Jane e V. foi uma das coisas mais sensuais que já li; sem mimimi, sem cenas açucaradas e muito, muito visuais. Muita gente não gosta do desfecho do livro. Eu gostei. Achei coerente e bem amarrado, inclusive acho que o destino que Ward deu aos personagens gerou algumas das cenas mais bonitas da série.

Pra fechar a resenha, eu deixo uma pergunta: a Virgem Escriba, na sua infinita sabedoria,  não poderia ter sido mais criteriosa nas suas escolhas?!


Um beijo e até mais!

Nenhum comentário: