11 junho 2012

Resenha: Amante Desperto


Olá pessoas!

Pra animar (ainda mais!) a promoção Amante Enamorado, hoje tem resenha de livro da Irmandade da Adaga Negra (#todaspiram!!!) e o Irmão de hoje é, ops, o livro de hoje é Amante Desperto.

O livro do Zsadist. Sim, gente, eu chamo cada livro pelo nome do Irmão em destaque, acho mais pessoal, sei lá, me ignorem quando disser essas bobagens. Eu sinceramente não sei porque me viciei tanto nos livros da Ward (apesar de amar histórias de vampiros, essa coisa hot não é o tipo de literatura que mais gosto)...

..mas tenho pistas: além de achar a forma de escrita da autora muito boa, instigante, também adoro fato de que seus heróis, todos eles, têm dramas e desafios pessoais a cumprir, muitas vezes, com força muito mais avassaladora do que o mote da luta contra Sociedade Redutora.  Sempre me chamam mais atenção as batalhas internas do que o banho de sangue negro que eles derramam todas as noites “nas sombras de Caldwell” (leia esta frase com narração sombria muah muah muah).

Em Amante Desperto, vemos o Irmão mais apavorante de IAN mostrar toda a sua fragilidade. E, nossa, como eu sofri junto. Zsadist vai precisar confrontar seu passado como escravo de sangue (fantasma que lhe persegue desde sempre!) para tentar reconstruir sua vida. Só que, antes disso, ele precisa encontrar Bella, a vampira que o fez lembrar que tinha um coração naquele corpo tatuado, magro e maltratado. Junto à jornada de Zsadist, vemos também a jornada de Phury e seu impulso altruísta elevado à máxima potência.

Olha só, me desculpe quem não gosta do Phury (irmão gêmeo do Zsadist), mas eu o acho um personagem super interessante! Possivelmente por ser o irmão mais calmo (na medida do possível e apesar de ter esse nome!), ele é tido como meio morno, mas eu discordo. Todas as concessões que fez (e eu não posso dar spoiler!) foram fundamentais para o andamento da história. Pra mim, o Phury é o topo de um iceberg de calma flutuando sobre uma base gigantesca de fúria e frustração, que se dilui um pouco na fumaça vermelha (e em outras coisas). 

Ainda não li o livro do Phury (Amante Consagrado), mas, neste aqui, as cenas que mais me emocionaram tinham envolvimento dele. Sempre. E como eu chorei!

O Zsadist é uma caixa de Pandora, sabe. Eles inspira medo, mas, ao mesmo tempo, uma sensação de confiança, como se você tivesse certeza de que, por mais ódio, mais fúria que concentre, ainda assim ele guardaria uma noção de certo e errado, uma noção de justiça. Acho muito bacana que Ward tenha mostrado como ele teve muito elementos corrompidos em sua vida, mas não sua essência: sua lealdade e seu potencial de amar. Também gosto da abordagem dela sobre vítimas de violência, mais especificamente, o prejuízo para a auto estima; é surreal que as pessoas sofram tanto e ainda tenham que carregar o fardo de se sentirem indignas.

Gostei muito da Bella; ela é forte, independente e peita o Zsadist (e também o ama, o consola, o protege...além de abusar do corpitcho do pobre! kkkkkk)! É uma fêmea de coragem ou não? rs...Por enquanto é a personagem feminina que mais gosto.

Hey, lembram dos redutores que me exigiam força sobrehumana para não pular as páginas? Pois, aviso que eles melhoraram muito. Não é ainda aqueeeeeeela maravilha (nem sei se será), mas já dá para ler sem tanto sofrimento.

Enfim, estou ficando seriamente preocupada com as minhas leituras de IAN. A minha empolgação e aprovação seguem crescendo. A cada livro, gosto mais...onde vou chegar, meu povo?! Numa versão ensadecidade de fã de série literária?!

Amante Desperto é um livro muito, muito, muito bom. A leitura te prende e não te larga até você saber de todo o desfecho. Dos três que li sobre a Irmandade, o ranking seria: 1º Amante Eterno (Rhage) - sim, ainda é o melhor entre os que li, 2º Amante Desperto (Zsadist), 3º Amante Sombrio (Wrath).


Um beijo e até mais.

Nay.


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